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Foto: Santa Casa Cachoeiro

Covid-19: Santa Casa Cachoeiro supera a marca de 500 altas

Hospital de referência para tratamento do novo coronavírus no Sul do Espírito Santo, a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim superou a marca de 500 altas para pacientes que tiveram Covid-19.

O hospital possui atualmente 18 leitos de UTI e 20 leitos de enfermaria exclusivos para tratamento de pacientes com coronavírus.

Do início da pandemia até esta quarta-feira (9), o hospital registrou um total de 504 altas. A paciente que representa esse número é a moradora de Marataízes Celene da Cruz Rodrigues, de 73 anos.

Depois de ficar 41 dias internada, sendo 21 só na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ela conseguiu vencer a doença e foi para casa. “Me trataram muito bem. Agora estou ótima, graças a Deus, e com muita saudade de casa”, disse.

A filha dela, Gleide da Cruz, contou que foram momentos difíceis, mas que o atendimento e o cuidado que ela teve na Santa Casa foram fundamentais para sua recuperação.

“Nossa família está muito feliz e encantada com o atendimento aqui no hospital. Ela acha que todos vocês foram muito amigos dela. É como se fosse uma renovação na família, um renascimento, e temos que agradecer a vocês e a Deus por dar mais essa vitória para nossa mãe”, disse.

Celebração

Para celebrar as 500 altas, o Grupo de Humanização da Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro realizou uma pequena cerimônia no pátio do hospital com oração, cânticos espirituais com a Banda Rezza e agradecimentos aos profissionais que estão na linha de frente contra o novo coronavírus.

O primeiro paciente que foi internado em estado grave na UTI com Covid-19 também participou da cerimônia. Giovanni D Angelis de Almeida, de 55 anos, deu entrada no hospital no dia 17 de abril com quadro grave da doença e ficou quase 20 dias internado.

Foto: Santa Casa Cachoeiro

Ele contou que vencer a doença foi um milagre de Deus em sua vida e o que fica é o sentimento de gratidão.

“A minha gratidão é imensa a todos os funcionários que pude conviver. Pude sentir deles não só a competência, mas também o carinho na hora que a gente está mais fragilizado. E esse carinho é que fez com que eu conseguisse permanecer aqui com um pouco mais de esperança”, disse.

Humanização

Para a superintendente da Santa Casa, Marinete Tibério, ver tantos pacientes se recuperando é uma vitória.

“Foi no nosso hospital que essas pessoas encontraram um socorro e foram acolhidas com toda segurança e cuidado. Além do tratamento necessário contra a doença, elas receberam também um atendimento humanizado, com nossos profissionais sempre dispostos a levar uma palavra de conforto e esperança”, destacou.

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